A Era dos robôs

A Era dos robôs

Robôs que desempenham tarefas dentro de casa e auxiliam funcionários de uma empresa já são realidade em grande parte do mundo. A expectativa é que cada dia mais os robôs sejam integrados à nossa forma de viver. Em breve um robô vai lhe entregar a pizza de domingo.

Na Alemanha esse serviço já está funcionando e a pizzaria é uma rede que atua no Brasil. Mas isso é pouco: logo essa pizza será resultado de um processo totalmente automatizado. Se você acha que esse cenário pertence à ficção, ou que vai demorar muitos anos até que se torne realidade, pesquise sobre a Americana Zume Pizza. Situada no Vale do Silício, a casa entrega comida feita por robôs, e o melhor de tudo é que os consumidores da Califórnia têm adorado a novidade.

Especialistas afirmam que estamos vivendo a quarta Revolução Industrial. Muita gente está preocupada com o futuro do trabalhador, com medo de que as máquinas substituam o lugar do homem. O desenvolvimento tecnológico criou robôs capazes de responder comandos, podendo aprender tarefas e até emular sentimentos, então seria real esse temor?

Algumas profissões podem ser e talvez serão substituídas, mas um computador só pode aprender aquilo que lhe é ensinado, e esse conhecimento só será possível de ser absorvido se um ser humano ensinar.

Na mesma proporção em que certos tipos de serviços são extintos, abrem-se novas oportunidades. Um bom exemplo foi a extinção dos datilógrafos, que rapidamente foi suprida por outros tipos de atividades, como a dos programadores, web designers e muitas outras, graças à própria evolução que extinguiu a profissão dos datilógrafos.

Ao invés de escritórios cheios de telefonistas, uma central totalmente digital permite ligações instantâneas a qualquer lugar do mundo, porém, elas precisam de técnicos especializados para que o bom funcionamento seja garantido.

Seguindo no ramo das telecomunicações, os computadores já invadem o mundo do telemarketing. Isso seria o fim dos atendentes? Pode ser que sim. Mas isso não é de todo ruim, pois é uma profissão altamente desgastante mentalmente, o que acaba danificando também a saúde física do trabalhador. Então uma inteligência artificial bem treinada pode render muito mais que um ser humano, por não sofrer esse desgaste, além de poder ser mais ágil na realização dos processos.

Hoje já são incontáveis marcas e empresas que usam uma forma de automação no contato com o cliente. Desde lugares com pouquíssimos funcionários, até gigantes multinacionais que giram bilhões em economias mundo afora. Em boa parte dos casos, isso gera satisfação maior com esse serviço automatizado, ditando uma tendência que deve ser seguida mais e mais.

Robôs podem roubar empregos?

Imediatamente a resposta pode parecer que será afirmativa, mas o ideal é que não seja. Por já estar inserido no ambiente da empresa, um funcionário humano pode ser treinado até para a manutenção e alimentação da inteligência artificial. Ele será um profissional mais preparado, especializado e rentável.

O medo de robôs dominarem o mundo e escravizarem a humanidade pertence a obras de ficção. Os avanços tecnológicos não têm o objetivo de substituir e subjugar o homem e sim são passos importantes no auxílio e desenvolvimento da nossa vida de maneira geral.

“Ao passo que a inteligência artificial irá eliminar alguns empregos, uma demanda por novas habilidades humanas está surgindo”.

master

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